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| (imagem da internet*) |
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) suspenderá as aulas em
todas as unidades na segunda-feira (18). O reitor da universidade, Carlos Levi,
disse nesta sexta-feira (15), após reunião com decanos e alunos da UFRJ,
que, caso persista a falta de pagamento dos terceirizados, a paralisação das
aulas pode ser ampliada. A decisão afeta cerca de 54 mil alunos. Eles ficarão
sem aulas por pelo menos um dia.
Durante a reunião, os decanos tentaram manter a continuidade das aulas,
mas a pressão dos alunos resultou na suspensão por 24 horas. A representante do
Diretório Central Estudantil (DCE), Helena Martins, informou que os estudantes
querem aulas, mas as condições oferecidas aos trabalhadores terceirizados não
permitem. “Não é possível retomar as aulas enquanto houver trabalho análogo à
escravidão".
Para o reitor, a falta de pagamento dos terceirizados é culpa das empresas contratadas pela universidade. “Para reverter a situação dos pagamentos, é preciso que as empresas honrem com seus compromissos.” Na segunda-feira, às 11h, está marcada uma audiência no Ministério Público do Trabalho para resolver a questão. Ele afirmou que a prioridade é recuperar o pagamento dos trabalhadores terceirizados.
Para o reitor, a falta de pagamento dos terceirizados é culpa das empresas contratadas pela universidade. “Para reverter a situação dos pagamentos, é preciso que as empresas honrem com seus compromissos.” Na segunda-feira, às 11h, está marcada uma audiência no Ministério Público do Trabalho para resolver a questão. Ele afirmou que a prioridade é recuperar o pagamento dos trabalhadores terceirizados.
Vice-presidenta da Associação dos Trabalhadores Terceirizados da UFRJ,
Terezinha da Costa disse que se os terceirizados trabalham, devem receber
salários e não depender de esmolas. Para Terezinha, a terceirização tem de acabar.
De acordo com Carlos Levi, a ocupação da reitoria pelos alunos acabou
sendo positiva pelos desdobramentos que ela provocou. Ele reconheceu como
correta a insistência dos estudantes em aprovar o segundo edital de assistência
estudantil a universitários de baixa renda. “Estou muito satisfeito com os
resultados e desdobramentos das políticas de assistência em minha gestão”.
O reitor acrescentou que as obras no alojamento estudantil devem estar concluídas em outubro deste ano. Sobre a demanda dos restaurantes universitários no campus da Praia Vermelha e de Macaé, ele firmou o compromisso de contratar a pró-reitoria de governança para acelerar os pregões dos bandejões.
O reitor acrescentou que as obras no alojamento estudantil devem estar concluídas em outubro deste ano. Sobre a demanda dos restaurantes universitários no campus da Praia Vermelha e de Macaé, ele firmou o compromisso de contratar a pró-reitoria de governança para acelerar os pregões dos bandejões.
Levi adiantou que esses bandejões serão construídos em módulos
(contêineres). A alegação para opção pelos módulos é a urgência da pauta, uma
vez que a promessa de entrega era para o início do primeiro semestre de 2015.
Para os campi do Centro, Levi disse que a alternativa pode ser convênios com
restaurantes próximos.
SAIBA MAIS:
Criado em 15/05/15
19h57 e atualizado em 15/05/15 20h13
Por Douglas Corrêa Edição: Armando Cardoso
Fonte: Agência Brasil
* imagem da internet, de caráter meramente ilustrativo.

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