Cerca de 18 milhões de brasileiros em idade de
trabalhar, estão fora do mercado de trabalho. Os dados estão em um levantamento
feito nos meses de abril, maio e junho deste ano, e divulgado nessa
quinta-feira pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Neste
semestre, o indíce de pessoas sem ocupação no país é de 11,3 % da população
economicamente ativa. A novidade é que o IBGE passou a contabilizar duas
variáveis - a dos sub ocupados, que trabalham menos de 40 horas semanais e dos
trabalhadores com força de trabalho potencial, ou seja, que procuram emprego,
mas estão impossibilitadas de entrar no mercado por problemas como doenças,
salários baixos ou não terem com quem deixar os filhos pequenos.
O
pesquisador Bruno Ottoni, da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de janeiro,
esclarece que os dados ajudam a uma melhorar a compreensão do que está
ocorrendo no mercado de trabalho.
Conforme
o estudo, entre as quatro milhões e oitocentas mil pessoas que trabalham menos
tempo do que gostariam, está a categoria das empregadas domésticas, porque
tiveram a carga horária reduzida depois que o pagamento do FGTS, o Fundo de
Garantia por Tempo de Serviço, passou a ser um encargo obrigatório aos patrões.
Marcia Wonghon
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